Eu estive em Barbados na semana passada. A ilha, colonizada pelos ingleses e cercada pelo mar do Caribe, apresenta diferentes tonalidades de verde e azul, do verde-água ao azul-turquesa, até os tons mais escuros. A temperatura da água remete às praias do Nordeste brasileiro. Em uma das noites, estive em um mercado de peixes frequentado por turistas e moradores locais. Entre barracas de peixe, pequenos restaurantes e estabelecimentos comerciais, formou-se uma pista de dança. Foi bonito ver os casais dançando ao som da música local, o spouge.
Participei de uma conferência sobre gênero e família na University of the West Indies, organizada pelo comitê de Mulheres Economistas na América Latina e no Caribe (WELAC) da Associação de Economia da América Latina e do Caribe (Lacea). Apresentei um artigo acadêmico e assisti a diversas apresentações.
Em meio à paisagem caribenha e às conversas da conferência, um dos artigos apresentados me chamou particularmente a atenção. O estudo analisa como o ambiente universitário e os resultados acadêmicos podem ser afetados pela composição de gênero na sala de aula, em especial pelo aumento do número de colegas mulheres: "Student Gender Composition and University Climate".













