Influenciadora afirma que recebeu R$ 24,5 mil como honorários advocatícios e diz nunca ter sido ouvida pela polícia antes da prisão Deolane Bezerra chegando à sede da Polícia Civíl — Foto: Maria Isabel Oliveira / Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/05/2026 - 19:37 Deolane Bezerra nega ligação com PCC e acusa perseguição policial Deolane Bezerra, influenciadora e advogada, declara estar sendo alvo de perseguição e nega envolvimento com o PCC em carta divulgada por sua irmã. Ela afirma que o depósito de R$ 24,5 mil se refere a honorários legais, não tendo sido ouvida pela polícia antes da prisão. Durante a Operação Vérnix, foi presa sob acusação de lavagem de dinheiro, mas nega possuir 37 empresas ou ligações criminosas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A influenciadora e advogada Deolane Bezerra afirmou estar sendo alvo de “perseguição” e negou qualquer ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) em uma carta divulgada nesta quinta-feira pela irmã, a advogada Dayanne Bezerra Santos. No texto, publicado nas redes sociais de Dayanne, Deolane afirma que está presa por causa de um depósito de R$ 24,5 mil que, segundo ela, corresponde a honorários recebidos como advogada. “Reitero a minha inocência e deixo claro que estou presa pela quantia de R$ 24.500”, escreveu. Segundo a influenciadora, o valor foi depositado em espécie diretamente em sua conta e “não pela transportadora mencionada no inquérito”. Deolane também afirmou nunca ter integrado o crime organizado e criticou o fato de, segundo ela, não ter sido chamada para prestar esclarecimentos durante os mais de quatro anos de investigação. “Minha vida é pública, meu endereço é público. Nunca fui ouvida em mais de 4 anos”, escreveu. Na carta, a influenciadora relata ainda que foi acordada “com um fuzil apontado para o rosto” durante o cumprimento do mandado de prisão preventiva em sua casa, em Barueri. Ela também rebateu informações atribuídas ao inquérito, como a alegação de que teria 37 empresas em seu nome. “É mentira que tenho 37 empresas em meu nome”, afirmou, acrescentando que a informação poderia ser desmentida “em uma simples pesquisa na junta comercial”. Ao longo do texto, Deolane diz que atuou como advogada em centenas de processos e afirma nunca ter visitado a Penitenciária II de Presidente Venceslau, unidade prisional citada nas investigações. “Não sou e nunca fui bandida! Sou mãe, sou empresária, sou advogada. Uma nordestina que venceu na vida pelo próprio suor”, escreveu.
Deolane diz estar presa por 'perseguição' e nega ligação com o PCC em carta divulgada pela irmã
Influenciadora afirma que recebeu R$ 24,5 mil como honorários advocatícios e diz nunca ter sido ouvida pela polícia antes da prisão














