Chefe de governo da capital alterou data do evento e organizará até ensaios para bater recorde Torcedores brasileiros fazem ola na Arena Pantanal durante Brasil e Venezuela pelas Eliminatórias da Copa do Mundo — Foto: Vítor Silva / CBF RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 26/05/2026 - 16:09 Cidade do México tenta recorde de "maior ola do mundo" antes da Copa 2026 A Cidade do México planeja entrar para o Guinness Book com a "maior ola do mundo" dias antes da Copa de 2026. O evento, liderado por Clara Brugada, ocorrerá em 6 de junho, com ensaios frequentes e participantes de diversas origens, promovendo inclusão e diversidade. A iniciativa, que relembra a Copa de 1986, visa criar uma maré humana sincronizada, celebrando a história e a cultura mexicanas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Cidade do México pretende entrar para o livro dos recordes, o Guinness Book, com um evento marcado dias antes da abertura da Copa do Mundo de 2026, que será realizada no Estádio Azteca, com partida entre México e África do Sul, no dia 11. A chefe de governo da capital, Clara Brugada, convocou voluntários para fazerem o que está chamando de "a maior ola do mundo", aquele movimento que as torcidas de futebol fazem nas arquibancadas, levantando o corpo e os braços. Inicialmente marcado para o dia 31 de maio, o evento foi adiado para o dia 6 de junho, e contará ainda com ensaios a cada 15 minutos, a partir das 9h. Os participantes precisarão preencher um formulário eletrônico e fazer um registro na chegada ao local, que terá mais de uma entrada. "O objetivo é fazer história, estabelecendo o recorde mundial oficial do Guinness para a maior onda humana do mundo. A Onda Chilanga visa reunir milhares de pessoas em uma ação coletiva massiva e perfeitamente sincronizada, transformando-se em uma espetacular maré humana que fluirá pela Avenida Paseo de la Reforma até a Fuente de la República (Fonte da República), também conhecida como Caballito de Sebastián (Cavalo de Sebastião), no cruzamento da Paseo de la Reforma com a Avenida de la República. O evento se tornará uma celebração da inclusão, da fraternidade e da diversidade. Assim, a metrópole acolhe visitantes de todos os países, culturas, identidades de gênero e comunidades urbanas. Participantes locais e internacionais, famílias inteiras, pessoas com deficiência, comunidades indígenas e a comunidade LGBTQ+ demonstrarão mais uma vez ao mundo que a Cidade do México é um espaço seguro e acolhedor. Juntos, numa celebração que apaga todas as fronteiras", diz a descrição do evento, no site do Governo da Cidade do México. O evento tem uma dimensão simbólica para o país. Segundo o governo local, a ola nasceu nos estádios da Copa do Mundo de 1986, que também foi disputada no México. Portanto, fará 40 anos neste mês de junho. A organização alerta ainda que não é permitido levar faixas, lonas ou materiais de publicidade, promoção comercial ou propaganda. Mas incentivam que usem distintivos, camisetas, uniformes, roupas ou acessórios que representem sua escola, grupo, profissão, ofício, coletivo ou expressão artística. A organização, no entanto, não confirma quantas pessoas são esperadas, mas diz que o objetivo é entrar no Guinness Book com o evento.