O ministro da Administração Interna é peremptório na defesa do general Paulo Viegas Nunes, escolhido para presidir à rede SIRESP: “Não há um único facto que belisque a seriedade, idoneidade e forma transparente deste homem com pergaminhos na administração pública, militar e no SIRESP.” Além de garantir que não é pressionável, o governante disse estar ansioso por ir ao Parlamento dar explicações e que “teria vergonha” se não tivesse tomado as decisões que tomou.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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26 de Maio de 2026

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