O Prémio Inovação em Saúde — Todos pela Sustentabilidade regressa em 2026 para a sua terceira edição, afirmando-se como uma plataforma de referência na promoção de soluções com impacto real no sistema de saúde em Portugal. Entre as principais novidades deste ano destaca-se o reconhecimento institucional conferido pelo Alto Patrocínio da Presidência da República Portuguesa.Com candidaturas abertas entre 7 de Abril e 30 de Junho, volta a desafiar a apresentação de projectos que contribuam “para um sistema mais inteligente, mais equitativo e preparado para o futuro”, como descreve Helena Freitas, a country lead da Sanofi Portugal, promotora do prémio com a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e a NTT DATA Portugal.A edição deste ano mantém as quatro categorias (Sustentabilidade Social, Económica, Ambiental e na Transformação Digital) e um contingente dedicado a estudantes do ensino superior, incentivando as novas gerações a envolverem-se neste “ecossistema onde a inovação e a sustentabilidade são impulsionadas por mentes visionárias”, de acordo com a presidente do júri, Maria de Belém Roseira.Para Miguel Mascarenhas, que foi um dos premiados no ano passado, “o país reúne condições únicas para afirmar uma liderança crescente nesta área. Temos talento, conhecimento, instituições de qualidade.” O seu projecto vencedor, o DigestAID, é uma tecnologia de inteligência artificial que pretende melhorar o diagnóstico na área digestiva e que já foi validada em múltiplos contextos clínicos, incluindo pela FDA dos Estados Unidos. Assim, afirma, receber o Prémio Inovação em Saúde foi “o reconhecimento interno de um projecto com validação externa” e que “valoriza uma visão de futuro: a de um país capaz de gerar conhecimento, tecnologia e soluções clínicas com impacto global.”Instituído em 2024, o prémio também “tem vindo a consolidar uma rede activa entre academia, clínicos, gestores, indústria e sociedade civil, promovendo a partilha de boas práticas e apoiando projectos com impacto real na vida dos cidadãos”, descreve o presidente da FMUL, João Eurico da Fonseca. Essa foi a experiência dos quatro estudantes que desenvolveram o ConversAI, um simulador de conversas inovador em que o médico/aluno pode treinar, com doentes virtuais, as suas competências clínicas, de comunicação e tomada de decisão. “O prémio colocou-nos no radar de pessoas e instituições que dificilmente nos conheceriam” e conferiu credibilidade, considera Eduardo Félix.
Prémio Inovação em Saúde: projectos com impacto real já se podem candidatar
Com foco na sustentabilidade social, económica, ambiental e transformação digital, inscrições estão abertas até 30 de Junho e com um contingente de avaliação dedicado a estudantes.









