Presidente iniciou tratamento na manhã desta segunda-feira; estão previstas 15 sessões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em evento da Petrobras em Paulínia (SP) — Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 25/05/2026 - 10:51 Lula inicia radioterapia para tratar câncer de pele no couro cabeludo O presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou nesta segunda-feira um tratamento de radioterapia para combater um câncer de pele localizado no couro cabeludo. A medida faz parte do cuidado contínuo com a saúde do líder brasileiro, destacando a importância de um acompanhamento médico rigoroso para condições oncológicas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira um tratamento preventivo de radioterapia superficial após a retirada de um câncer de pele no couro cabeludo, em abril deste ano. O procedimento foi realizado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, em uma visita já prevista pela equipe médica. Segundo boletim divulgado pelo hospital, a decisão pelo tratamento complementar foi tomada após a remoção da lesão em 24 de abril. A radioterapia tem caráter preventivo e busca reduzir o risco de recorrência do câncer de pele. "O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve hoje, 25/05, no Hospital Sírio-Libanês, unidade Brasília. Após a retirada de lesão basocelular em 24/04/26, optou-se por tratamento complementar com radioterapia superficial preventiva no couro cabeludo, que teve início nesta segunda-feira", afirma o boletim médico. O presidente deverá passar por 15 sessões de radioterapia. Cada aplicação dura cerca de dois minutos e será realizada no próprio hospital, na capital federal. A primeira sessão ocorreu na manhã desta segunda-feira. Ainda segundo integrantes do governo, o tratamento não impõe restrições à rotina do presidente. Lula seguirá cumprindo normalmente sua agenda oficial e mantendo as atividades de trabalho durante o período das aplicações. O acompanhamento médico segue sendo feito pelas equipes lideradas pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio. A lesão retirada do presidente era do tipo basocelular, considerado o câncer de pele mais comum e de baixa agressividade, com altas chances de cura quando identificado precocemente. O procedimento realizado em 24 de abril aconteceu na unidade de São Paulo do Sírio-Libanês. Nos dias seguintes à cirurgia, Lula começou a usar um chapéu.