Voz histórica da Estação Primeira de Mangueira tem 102 obras musicais Nelson Sargento — Foto: Gabriel Texeira Uma das vozes mais emblemáticas do samba, Nelson Sargento deixou uma obra fundamental para a preservação das raízes do gênero. Cinco anos após sua morte, ocorrida em 27 de maio de 2021, o artista — também uma voz histórica da Estação Primeira de Mangueira — segue com seu legado presente no repertório do samba nacional. Em homenagem à sua memória, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) preparou um levantamento especial sobre sua obra. Segundo a instituição, Nelson Sargento tem 102 obras musicais e 266 gravações cadastradas no banco de dados da gestão coletiva no país. O estudo mostra que “Agoniza, mas não morre” lidera o ranking das canções mais regravadas nos últimos cinco anos, seguida por “Falso amor sincero” e “Falso moralista”. Pela Lei de Direitos Autorais (9.610/98), seus herdeiros seguirão recebendo rendimentos pelas músicas executadas no Brasil por 70 anos após sua morte — ou também de autores parceiros, no caso de obras em coautoria.

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