Os números de brasileiros que foram barrados nas fronteiras externas da União Europeia, que receberam notificações para deixar um país em que viviam de forma irregular no bloco e que acabaram repatriados aumentaram em 2025.
Segundo o Eurostat, instituto de estatísticas da UE, o Brasil ficou entre os 15 primeiros países tanto na categoria dos que tiveram cidadãos impedidos de entrar no bloco quanto no grupo dos que foram repatriados. Em um ano, o número de brasileiros repatriados quase dobrou. Os dados foram divulgados no início de maio.
O aumento de brasileiros repatriados para fora da UE coloca o Brasil na 13ª posição entre cerca de 170 nacionalidades. Eles somaram 3.050 no ano passado, uma alta de 94% em comparação a 2024.
No total, 132,6 mil estrangeiros foram impedidos de entrar na UE em alguma das suas fronteiras externas, um aumento de 7% em relação a 2024. Os países que mais rejeitaram a entrada foram Polônia, França e Croácia.
Do outro lado, os países que mais tiveram cidadãos com entrada negada foram Ucrânia, Albânia e Moldova. A maioria das negativas (54%) foi dada a pessoas que cruzavam fronteiras por terra. Em seguida, vieram as rejeições em aeroportos (43%) e fronteiras marítimas (3%).












