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A perda era o elefante na sala dos Albergues do Porto. Quem chega à associação, leva na bagagem uma “colecção de perdas” – não só a da casa, razão da situação de sem abrigo, mas as antecessoras dessa: emprego, saúde, família, mortes. Os profissionais, por outro lado, tanto convivem com as dores dos utentes como com a morte de alguns. Se os lutos habitam a instituição, como poderia quem nela mora e trabalha lidar melhor com eles?Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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22 de maio de 2026






