A juíza que investiga a morte do fundador da varejista Mango afirmou que há indícios de que seu filho atuou de forma "premeditada" na queda fatal do paí de uma montanha e que o suspeito também apresenta ter um quadro obsessivo por dinheiro, o que teria gerado conflito na relação entre os dois.
Jonathan Andic foi preso na terça-feira (19) e deixou a prisão no dia seguinte após o pagamento de fiança de 1 milhão de euros (R$ 5,8 milhões), depois de a Justiça abrir processo contra ele "por suspeita de homicídio".
Em uma decisão judicial publicada após sua soltura, a juíza Raquel Nieto Galván escreveu que havia "indícios suficientes" para suspeitar que a morte do fundador da Mango, Isak Andic, "pode não ter sido acidental, e que houve envolvimento ativo e premeditado" de seu filho.
Isak Andic, que tinha uma fortuna estimada em 4,5 bilhões de euros (R$ 26,12 bilhões), morreu aos 71 anos após cair de uma montanha em 2024, enquanto fazia uma trilha com Jonathan Andic, o mais velho de seus três filhos e ex-executivo sênior da empresa do pai.
A Mango foi fundada em 1984, expandiu-se com roupas de baixo custo e tornou-se um dos principais grupos de moda do mundo, com mais de 2.900 pontos de venda em mais de cem países.







