Termo faz referência à substância que protege recém-nascidos e foi escolhido para simbolizar suposta estrutura usada para ocultar origem de recursos investigados pela polícia A influenciadora digital Deolane Bezerra foi presa pela Polícia Civil de Pernambuco no dia 4 de setembro de 2024 — Foto: Reprodução/Instagram A escolha do nome faz alusão ao principal foco da investigação: a suspeita de que empresas, movimentações financeiras e patrimônio de luxo eram usados para encobrir a origem do dinheiro investigado no esquema de lavagem ligado ao PCC. Segundo os investigadores, a estrutura financeira criada pelo grupo funcionava como uma espécie de “camada de proteção” para ocultar recursos atribuídos à facção criminosa. Deolane Bezerra faz festão para celebrar aniversário da filha 1 de 7 Deolane Bezerra organizou, na noite desta quinta-feira, uma grande festa para celebrar o aniversário da filha Valentina — Foto: Reprodução 2 de 7 Escolha de cores e dos detalhes do tema e do local coube à própria Valentina — Foto: Reprodução X de 7 Publicidade 7 fotos 3 de 7 Valentina chegou a usar dois vestidos diferentes durante a festa — Foto: Reprodução 4 de 7 A influencer definiu a filha como "um raio de luz nas nossas vidas, com seu jeitinho único, seu sorriso encantador e essa inteligência que nos surpreende a cada dia" — Foto: Reprodução X de 7 Publicidade 5 de 7 Nas suas redes sociais, Deolane exibiu vários registros, tanto da preparação como da festa — Foto: Reprodução 6 de 7 Festa da filha de Deolane teve centenas de convidados — Foto: Reprodução X de 7 Publicidade 7 de 7 Deolane disse que sempre estará "na arquibancada da vida te aplaudindo e vibrando com suas conquistas, na verdade mamãe tá aqui para o que der e vier!" — Foto: Reprodução Valentina participou da escolha dos detalhes da festa A operação teve como um dos principais alvos a influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa sob suspeita de receber valores provenientes do esquema investigado. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 27 milhões em nome da influenciadora, além de mais de R$ 357 milhões em ativos financeiros ligados aos demais investigados. Segundo a investigação, empresas formalmente registradas e operações financeiras pulverizadas eram utilizadas para dar aparência legal ao dinheiro movimentado pelo grupo. A polícia afirma ter identificado depósitos fracionados, circulação de valores incompatíveis com a renda declarada e transferências sem origem comprovada. Entre os alvos da operação estão ainda Marco Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder do PCC; Alejandro Camacho, irmão do criminoso; Paloma Sanches Herbas Camacho; Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho; e Everton de Souza, conhecido como “Player”, citado pela polícia como operador financeiro da facção. As investigações começaram em 2019, após a apreensão de manuscritos e bilhetes na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior paulista. A partir daí, a polícia passou a investigar uma transportadora apontada como braço financeiro da facção e, posteriormente, identificou conexões financeiras que levaram ao nome de Deolane Bezerra.
Operação Vérnix: entenda origem do nome da ação que prendeu Deolane em investigação sobre lavagem de dinheiro do PCC
Termo faz referência à substância que protege recém-nascidos e foi escolhido para simbolizar suposta estrutura usada para ocultar origem de recursos investigados pela polícia















