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Silvana Estrada hesita na palavra “sucesso”. Mas não há como escapar-lhe: nos três anos que se seguiram à edição do seu álbum de estreia, Marchita (2022), a cantautora mexicana não parou. Tocou um pouco por todo o mundo, foi nomeada para os Grammys (venceu um) e percebeu, a custo, que a estrada não é um lugar para compor. Quando finalmente acalmou, entrou um pouco em crise — sendo que dela resultou um belíssimo disco chamado Vendrán Suaves Lluvias, apresentado ao vivo em Portugal com concertos em Lisboa (Lisboa ao Vivo, esta quinta-feira) e Porto (Casa da Música, sábado), e primeira parte a cargo da costa-riquenha Sofi Paez.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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20 de Maio de 2026










