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O pós-25 de Abril ficou marcado por episódios de violência política, como assaltos a bancos ou ataques bombistas, que se estenderam até aos anos 80. Muita dessa informação tem sido tratada por investigadores, mas continuam a existir entraves ao acesso à documentação, como processos judiciais, sobretudo da rede bombista de extrema-direita. Para contornar o problema, a Assembleia da República (AR) debate nesta quarta-feira projectos para desclassificar documentos. Contudo, divergem no alcance: se o Chega quer revelar apenas a informação relativa às Forças Populares 25 de Abril (FP-25), de extrema-esquerda, o Bloco de Esquerda (BE) e o Livre propõem abarcar as várias organizações violentas do período pós-ditadura. Para os investigadores ouvidos pelo PÚBLICO, a conclusão é clara: todos os arquivos devem ser divulgados.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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20 de Maio de 2026










