Quem invejava a simplicidade e a tremenda eficácia dos AirTag da Apple já tinha algumas alternativas no campo do Android. Marcas como a Samsung ou a Tile já ofereciam localizadores competentes para as chaves ou para a mochila, mas debatiam-se com um problema estrutural bastante limitativo. Estes pequenos aparelhos dependiam de redes fechadas ou da obrigatoriedade de ter aplicações específicas instaladas. O panorama mudou radicalmente com a activação da nova rede global de localização da Google. O Moto Tag surge agora no mercado como um dos primeiros e mais bem conseguidos acessórios a tirar total partido desta infra-estrutura unificada, que simplifica o processo de recuperar coisas perdidas e, melhor ainda, evita que as perdemos em primeiro lugar.O objectivo passa por entregar a quem tem um telemóvel com sistema operativo Android a capacidade de encontrar objectos em qualquer parte do mundo. Para tornar este processo possível, o sistema recorre aos milhões de equipamentos com Android que andam nos bolsos da maioria dos portugueses.O primeiro contacto com o aparelho surpreende pela positiva. O dispositivo tem a forma de um pequeno disco, apresentando uma construção robusta e um acabamento pensado ao detalhe para resistir aos inevitáveis maus-tratos dentro de um bolso cheio de moedas ou no fundo de uma mala. O processo inicial não obriga a ler manuais de instruções complexos. Basta aproximar a pequena pastilha do telemóvel para que o ecrã mostre de imediato uma notificação de emparelhamento. Numa questão de segundos, o rasto do elemento físico fica definitivamente associado à respectiva conta digital.
Nem as chaves nem o telemóvel se escondem do novo Moto Tag
O pequeno dispositivo da Motorola aproveita a vasta rede de smartphones Android para simplificar a busca do que andava perdido.











