Durante as investigações que resultaram na Operação Sem Refino, deflagrada nesta sexta-feira (15) com alvo na refinaria Refit, a Polícia Federal identificou indícios de uso, por policiais federais, de linhas telefônicas registradas em nome de pessoas mortas.
O caso é relatado na decisão do Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou busca e apreensão contra Cláudio Castro (PL), ex-governador do Rio de Janeiro, e a prisão de Ricardo Magro, dono da refinaria Refit, que mora nos EUA.
Em nota, a defesa de Castro diz que foi surpreendida com a operação e que o ex-governador "está à disposição da Justiça para dar todas as explicações, convicto de sua lisura".
A Refit e Magro, também em nota, negam ter falsificado declarações fiscais para ter vantagens fiscais ou ter fornecido combustível para o crime organizado.
Segundo a PF, um dos números monitorados na investigação estava registrado em nome de uma pessoa que morreu em 2021. Apesar disso, a linha seguia ativa, sendo usada em mensagens, ligações e conexões de WhatsApp.













