Atabaque, caixa do divino, tambor falante, tambor de crioula, conga, djembê, dunun e tambor alegre são alguns dos diferentes itens expostos no recém-inaugurado acervo do Instituto do Tambor, na Vila Sônia, zona oeste da cidade de São Paulo.
Segundo o fundador do instituto, Luiz Poeira, o projeto nasceu de seu desejo de se aprofundar nos instrumentos de percussão.
Além de expor instrumentos afro-brasileiros, indígenas e africanos, o instituto oferece ao visitante informações sobre a produção de peças e a cultura de alguns dos elementos apresentados. “Não é em todo lugar que explicam sobre os saberes da tradição”, diz Poeira.
Os instrumentos de percussão têm um papel fundamental em rituais e práticas sociais das culturas afro-brasileiras e indígenas.
Também há no acervo outros instrumentos percussivos, como agbê (conhecido como xequerê), pandeirão e maracá, e instrumentos africanos de cordas, como kora e bolon.







