No Brasil, o quadro eleitoral segue no radar dos investidores, mas não enseja uma valorização dos ativos da forma como ocorreu em pregões recentes

Analistas adotam postura cautelosa após petróleo superar US$ 100, pressionando Bolsas e ativos de emergentes

Taxas devolvem parte do forte recuo das últimas sessões, ainda que a perspectiva de uma eleição presidencial acirrada siga no radar dos investidores