A questão democrática segue em jogo nesta eleição, com candidatos minimizando o 8 de janeiro e defendendo governos autoritários

Não há mais o favoritismo do presidente Lula, e o representante do ex-presidente Jair Bolsonaro resiste, tudo devido aos escândalos que cercam as duas candidaturas.

Candidato à Presidência minimiza atos do 8 de Janeiro, esquiva-se de ligações com o Banco Master e evita confirmar se aceitará eventual derrota nas urnas