Segundo Pequim, a China possui um interesse comercial na consulta e é diretamente afetada pela ofensiva comercial

País decidiu recorrer à organização contra sobretaxas de até 37,5% aplicadas com base em investigações comerciais

Governo brasileiro contesta sobretaxas de 25% e 12,5% e afirma que medidas são discriminatórias e violam regras internacionais.