Já está ficando claro que a economia, seja qual for o presidente eleito, necessitará de uma ampla reforma para conter o déficit público.

Ministro da Fazenda tem buscado sinalizar aperto nas regras do arcabouço fiscal

Indicador, que é o saldo entre receitas e despesas incluindo o pagamento de juros da dívida pública, deve chegar a 8,6% do Produto Interno Bruto, o maior em mais de duas décadas