Prática normalmente vem de militares que buscam reduzir a precisão de armas inimigas que usam navegação por GPS, como mísseis de longo alcance e drones.

Casos de falsificação de sinais saltaram de 17 mil para 59 mil na região do Báltico em um ano

Prática normalmente vem de militares que buscam reduzir a precisão de armas inimigas que usam navegação por GPS, como mísseis de longo alcance e drones.