A corretora de criptomoedas Brasil Bitcoin movimentou R$ 10 bilhões nos primeiros quatro meses de 2026, um crescimento de 997% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a companhia registrou R$ 882 milhões. O resultado consolida uma mudança estrutural de patamar: a empresa saiu de uma média mensal de R$ 220 milhões nos quatro primeiros meses de 2025 para R$ 2,4 bilhões no mesmo intervalo de 2026. O primeiro trimestre fechou em R$ 6,8 bilhões e abril registrou R$ 2,87 bilhões, o maior volume mensal do quadrimestre. O resultado de abril, isoladamente, já supera todo o primeiro trimestre de 2025 e reforça a tendência de aceleração da operação. Fundada em 2018 em São Paulo, a Brasil Bitcoin opera nos segmentos B2C, B2B e B2B2C, com produtos que vão desde a negociação de criptoativos até soluções de pagamento e câmbio digital. A corretora ultrapassou a marca de 600 mil clientes cadastrados e segue em fase de expansão, com crescimento consistente da operação e do time. O desempenho do período veio acompanhado de movimentos estratégicos no posicionamento da marca. A corretora vem estruturando parcerias de grande alcance, incluindo o acordo com o influenciador Renato Cariani, como parte de uma frente mais ampla de expansão de público. A estratégia busca alcançar perfis economicamente ativos e digitalizados que ainda não tiveram contato direto com o mercado de criptomoedas. Resultado de um trabalho coletivo "Chegar a quase R$ 10 bilhões em volume negociado em quatro meses é resultado de uma operação que sempre olhou pro próximo passo. A gente investiu em infraestrutura, em produto e em gente desde o começo, e o que estamos vendo agora é a curva de quem se preparou pra isso há anos. O número de hoje importa, mas o que move a empresa é o que ainda não construímos. O melhor quadrimestre da história é só o começo. Tem muito mais coisa vindo." — Jorge de Almeida, CEO da Brasil Bitcoin O período também foi marcado pelo lançamento do cartão global da corretora, produto que permite o uso de saldo em criptoativos (USDT, USDC e BTC) para compras internacionais com bandeira Visa, sem incidência de IOF. O cartão, disponível para pessoa física e jurídica, integra o plano de assinatura BB Plus e é compatível com Apple Pay e Google Pay. As parcerias em desenvolvimento, segundo a corretora, vão além de visibilidade. Envolvem produção de conteúdo educativo sobre criptomoedas e ações conjuntas que aproximem novos públicos da plataforma e dos produtos da Brasil Bitcoin ao longo de 2026. Cripto para além do nicho "A leitura desses quatro meses, do ponto de vista de marca, é direta: a Brasil Bitcoin saiu da bolha cripto. A gente cresceu quase 1.000% em volume e, ao mesmo tempo, está apresentando o mundo cripto pra públicos que nunca tinham olhado pra esse mercado. Mais do que apresentar, está mostrando utilidade real: cartão internacional sem IOF pra PF e PJ, recebimento em dólar, câmbio com agilidade. É isso que faz quem chega ficar. Estamos desenvolvendo parcerias e criando novas frentes com foco na expansão da empresa. É só o começo. Vem muita coisa grande por aí." — Diogo Ramos, CMO da Brasil Bitcoin O contexto regulatório também favorece a expansão. O Banco Central do Brasil e a Receita Federal consolidaram, ao longo de 2024 e 2025, um conjunto de normas para o setor de criptoativos que trouxeram maior previsibilidade ao mercado. A corretora afirma estar adaptada às exigências regulatórias e enxerga 2026 como um ano de consolidação para operadores que investiram em compliance e infraestrutura desde o início. Para Jorge de Almeida, o restante de 2026 é uma continuação natural de um ciclo que ainda está longe de atingir o teto. "A tecnologia é o meio. O que move essa empresa é o foco no próximo passo, no próximo produto, na próxima fronteira. R$ 9,67 bilhões em quatro meses mostra que a gente tá no caminho certo, mas é só o começo. O melhor da Brasil Bitcoin ainda não aconteceu", afirma. Sobre a Brasil Bitcoin Fundada em fevereiro de 2018, a Brasil Bitcoin é uma corretora de criptomoedas com sede em São Paulo que atende mais de 600 mil clientes. A empresa oferece soluções de negociação de criptoativos, cartão global sem IOF, gateway de pagamentos, Crypto as a Service (CaaS), OTC e remessas internacionais. Opera nos segmentos B2C, B2B e B2B2C. Mais informações em brasilbitcoin.com.br.