Os delegados Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior e Giniton Lages e o comissário da Polícia Civil Marco Antonio de Barros Pinto agora vão responder a ação por terem criado um grupo, na Polícia Civil do Rio, para atrapalhar investigações de homicídios, incluindo o atentado contra a vereadora Marielle Franco

De acordo com a denúncia acolhida, os agentes formaram uma associação criminosa no estado do Rio de Janeiro para garantir a impunidade de crimes de homicídio

A maioria da Primeira Turma decidiu abrir uma ação penal sobre obstrução de justiça