Artista, que se apresenta no festival neste sábado, enfrentou uma série de problemas de saúde após ser hospitalizada em 2018 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Demi Lovato une o estilo verde amarelo com o roqueiro no The Town — Foto: Reprodução Demi Lovato viveu, em 2018, um dos episódios mais graves de sua trajetória. A cantora foi encontrada inconsciente em sua casa, em Los Angeles, após uma overdose e precisou ser hospitalizada. Anos depois, ela revelou que o episódio provocou três derrames e um ataque cardíaco. As informações foram reveladas pela própria artista em 2021, durante a divulgação do documentário "Dancing with the Devil", que acompanha sua trajetória e os acontecimentos que antecederam e sucederam a overdose. Na ocasião, Demi contou que os médicos disseram que ela tinha entre cinco e dez minutos de vida caso não tivesse sido encontrada. "Tive três derrames. Tive um ataque cardíaco. Meus médicos disseram que eu tinha mais cinco a dez minutos", afirmou a cantora no material de divulgação do documentário. Demi também relatou que ficou com danos cerebrais após o episódio. Segundo a cantora, as sequelas afetaram sua visão, com a presença de pontos cegos, e ela chegou a dizer que não dirigia por causa do problema. Em entrevista à CBS, também contou que teve perda auditiva e zumbido depois da overdose. A overdose aconteceu em julho de 2018, depois de um período em que Demi havia retomado o uso de drogas. Poucas semanas antes, ela havia lançado "Sober", música na qual abordava uma recaída após seis anos de sobriedade. A relação da cantora com álcool e drogas já vinha sendo exposta publicamente havia anos. Demi contou que começou a usar cocaína aos 17 anos e passou por tratamento de reabilitação aos 18. Ela também já havia falado sobre transtorno alimentar e questões relacionadas à saúde mental. O episódio de 2018 acabou se tornando um dos principais acontecimentos abordados em "Dancing with the Devil". No documentário, lançado em 2021, Demi revisitou o período e falou sobre a recuperação física e emocional depois da internação. Anos depois, a cantora passou a abordar a experiência também em entrevistas. Em 2021, ela afirmou à CBS que acordou no hospital legalmente cega e que ainda convivia com algumas das consequências do episódio.