A Fifa ainda não anunciou qual dos três países que vão receber a competição — Espanha, Portugal ou Marrocos — sediará a final. A organização disse que o anúncio será feito em um momento oportuno. O primeiro-ministro marroquino, Aziz Akhannouch, criticou o presidente da Federação Real Marroquina de Futebol (RMFF), Fouzi Lekjaa, que havia declarado, durante um evento de um partido político, que Casablanca teria a "honra" de receber a decisão. "Não se ofereçam para sediar a grande final no Marrocos enquanto ainda não discutimos o assunto com nossos aliados, Espanha e Portugal. Deveria haver um pouco de respeito, irmãos", disse Akhannouch. "Parem de usar promessas eleitorais para nos tirar o chão. Essas são questões de grande importância. Decidir onde a final será realizada é uma questão de grande peso." Taça da Copa do Mundo 2026 que será erguida neste domingo. — Foto: JUAN MABROMATA/AFP O presidente da Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Rafael Louzán, também rejeitou a declaração do dirigente marroquino e defendeu que a final seja realizada na Espanha. Louzán classificou a promessa de Lekjaa como um "slogan eleitoral" e afirmou que o país tem motivos para receber a decisão, entre eles o fato de ser o atual campeão mundial. "Embora nenhuma decisão tenha sido tomada [pela Fifa], acredito que a Espanha seja o lugar certo, pois não poderia ser de outra forma. Como vocês sabem, atualmente somos campeões mundiais", disse Louzán à rádio Cadena SER. "Acredito que a capacidade organizacional da Espanha para grandes eventos é inquestionável e é por isso que a realidade dita que a grande final não pode e não deve ser realizada em nenhum outro lugar que não seja a Espanha." VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1
Disputa pela final da Copa vira polêmica entre Marrocos e Espanha | G1
Federações de futebol dos dois países querem receber o último jogo do torneio. Briga casou divisão política no Marrocos.











