Segundo Flávio, a abertura dos dados deve confirmar que não houve irregularidades na produção. "Eu sempre disse que a relação ali com relação ao filme é uma relação privada, é um patrocínio privado ao filme do presidente Bolsonaro que está pronto, muito em breve, vamos todos ter oportunidade de assistir nas telas do cinema ou no seu celular, sabe. Mas para mim é muito positivo, tirar sigilo de tudo, eu quero transparência em tudo, porque vou só confirmar o que eu sempre falei, que não tem justamente nada de errado com relação ao filme, diferente de relações de muita gente do atual governo que tentaram de alguma forma beneficiar o Banco Master", afirmou. A declaração foi dada durante entrevista coletiva após visita de Flávio a uma fábrica de motocicletas localizada no Distrito Industrial de Manaus. Agora no g1 Segundo a investigação, a Polícia Federal apura suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros possíveis crimes relacionados ao financiamento do filme junto ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. 'Não tem nada de errado', diz Flávio Flávio afirmou que o financiamento recebido para a produção do filme foi privado e negou que tenha recebido dinheiro diretamente. "Eu sempre disse que a relação ali com relação ao filme é uma relação privada, é um patrocínio privado ao filme do presidente Bolsonaro que está pronto", disse. Em outro momento, afirmou que a abertura do sigilo poderá comprovar sua versão. "No filme do Bolsonaro não tem um real, não tem nada pra Flávio, tem patrocínio pra um filme privado. Então quanto mais transparência tiver eu vou achar muito melhor essa transparência", afirmou. O financiamento do filme é investigado em dois inquéritos no STF. No caso relatado por André Mendonça, a PF apura os repasses feitos por Vorcaro, incluindo a origem e o destino dos recursos. É nesse inquérito que Flávio aparece como investigado. Relação com Daniel Vorcaro A investigação envolve conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, divulgadas pelo site The Intercept Brasil. Nos diálogos, o senador solicita recursos ao banqueiro para financiar a produção. Durante a entrevista, Flávio pediu que o sigilo fosse retirado e afirmou que a medida permitiria ao público avaliar o conteúdo da investigação. "Eu peço ao ministro André Mendonça: abra o sigilo, o sigilo de tudo, mostra tudo pro povo, merece saber e diferenciar quem tá certo, que é o meu caso, de quem tá errado, que é o caso do governo", afirmou. Investigação sobre emendas Ao comentar o caso, Flávio também citou outras investigações envolvendo o Banco Master e integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele defendeu que os casos sejam investigados com o mesmo nível de transparência. "É pra isso, é para o Banco Master, é pra investigação do INSS, é em cima do Lulinha, é em cima dos ministros do Lula", afirmou. Candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) visita fábrica da Honda no Distrito Industrial de Manaus — Foto: Jadson Lima/g1 AM O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) ao lado da candidata ao Governo do Estado, Professora Maria do Carmo, e do candidato ao Senado, Capitão Alberto Neto na visita na Honda — Foto: Jadson Lima/g1 AM
Flávio Bolsonaro defende fim de sigilo em inquérito sobre Dark Horse | G1
Flávio Bolsonaro defende transparência em inquérito do STF sobre o filme Dark Horse e nega recebimento de valores ilícitos em visita a Manaus.














