Depois de o Brasil cair precocemente na Copa do Mundo deste ano, o (ainda) conceituado Carlo Ancelotti, com seu salário de cerca de R$ 6 milhões mensais, adiantou, na volta ao Brasil após férias não merecidas no Canadá, que iniciaria uma reformulação na equipe, descartando veteranos e chamando novatos.
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Na primeira convocação pós-Mundial, foi o que se viu, parcialmente. O técnico italiano, entre os 26 nomes escolhidos para amistosos no fim deste mês e começo do próximo, relacionou os goleiros Pedro Morisco, 22, e Otávio, 20, os zagueiros Jair, 21, Vitor Reis, 20, e Arthur Dias, 19, e os meias Breno Bidon, 21, e Gabriel Bontempo, 21. Todos novidade.
Somando-se aos já com rodagem de seleção (Endrick, 20, Estêvão, 19, Rayan, 19), há um leque de juventude bruta no grupo que dá início ao ciclo que culminará na Copa de 2030.
Poderia, contudo, haver bem mais sangue novo. Se a proposta é testar, observar a capacidade de atletas que não tiveram chance antes ou durante a Copa na América do Norte, não há razão para Carletto chamar –não neste momento– vários dos chamados.











