Dificilmente se ouve outra língua que não o inglês americano nos resorts da capital das Bahamas. Mas agora Nassau quer ouvir um pouco mais de português.
O jovem país, que possui uma população de 400 mil habitantes, se tornou independente do Reino Unido em 1973. Hoje, porém, são os americanos que inundam a região. Só em 2025, o país caribenho recebeu mais de 1,5 milhão de turistas de seu vizinho mais próximo. Também vieram visitar os bahamenses 136 mil canadenses e quase 37 mil britânicos.
Os brasileiros ocuparam a nona posição no ranking das nacionalidades que mais viajaram para as Bahamas em 2025. Comparado com os EUA, é um número tímido: 6.100 turistas.
O problema é que esse número era maior antes da pandemia, que baqueou em cheio a indústria do turismo no mundo todo. O país é conhecido por ser um paraíso fiscal, mas os serviços bancários perdem para o turismo o posto de principal atividade econômica. Recuperar-se do impacto deixado pelo coronavírus tem sido uma tarefa árdua.
Em 2019, 10,5 mil brasileiros foram turistar no país caribenho. Naquele ano, o número era quase o dobro dos turistas vindos do México. Corta para 2025, e os mexicanos ultrapassaram os brasileiros em matéria de Bahamas, com quase 6.500 visitantes no ano passado. A Argentina, que mandava quase 5.000 turistas para o arquipélago, também mandou menos visitantes para as Bahamas em 2025, 4.100.









