O 59º Festival de Brasília começa nesta sexta-feira (11) com sete longas e 12 curtas em competição, além de homenagens, mostras paralelas e da apresentação de episódios da série inédita "Delegado", produzida por Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux.
"São filmes que, de alguma maneira, representam olhares sobre o Brasil, sobre questões políticas, culturais, sociais", diz Eduardo Valente, diretor artístico do festival e um dos cinco integrantes da comissão que selecionou os longas. Havia interesse também pela exploração da linguagem cinematográfica, e, dessa vez, há não apenas ficções.
"Ana, en Passant", de Fernanda Salgado, é uma animação de Minas Gerais. "Pequenas Tragédias", do goiano Daniel Nolasco, mistura ficção e elementos documentais. O Rio de Janeiro participa com o documentário "Tudo é Tempo 2002-2022", de Marcos Guttman.
A Bahia aparece com "Todo o Sentimento", da dupla Ary Rosa e Glenda Nicácio, diretores do elogiado "Café com Canela"; São Paulo, com "Privadas de Suas Vidas", terror de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner. O segundo longa mineiro é "Se Eu Fosse Vivo… Vivia", de André Novais Oliveira. A seleção se completa com um trabalho do Distrito Federal, "Sabes de Mim, Agora Esqueça", de Denise Vieira, já conhecida pelas parcerias com Adirley Queirós.








