Entusiasmo com as ações de tecnologia impulsionou a recuperação sobretudo no índice Nikkei do Japão, após uma perda de magnitude semelhante na semana passada, e no mercado sul-coreano 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Em uma sessão marcada pela liquidez restrita nos mercados globais por conta do feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, as bolsas asiáticas encerraram esta segunda-feira (7) em alta, suportadas pelo forte desempenho de ações de tecnologia, com exceção ao índice HSI de Hong Kong. O forte relatório do “payroll” nos EUA, no fim da semana passada, é visto como um sinal positivo para o crescimento global, mesmo aumentando a probabilidade de uma alta nas taxas de juros no país. O índice japonês Nikkei 225 avançou 2,12%, para 66.399,84 pontos, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, deu um salto de 4,61%, para 6.995,39 pontos, com o forte desempenho das ações da Samsung SK Hynix. A bolsa de Shenzhen subiu 1,50%, aos 2.530,46 pontos e, em contrapartida, o índice Hang Seng, de Hong Kong, destoou e caiu 0,93%, para 25.413,12 pontos. O entusiasmo com as ações de tecnologia impulsionou a recuperação sobretudo no índice Nikkei do Japão, após uma perda de magnitude semelhante na semana passada, e no mercado sul-coreano. Alguns operadores destacaram uma perspectiva extremamente otimista do Goldman Sachs, prevendo uma alta adicional de 75% no índice Kospi, levando-o a 12 mil pontos, embora a previsão seja de longo prazo. As ações de primeira linha (*blue chips*) da China registraram alguns dos melhores desempenhos da sessão, refletindo o alívio com a notícia de que o Ministério das Finanças chinês liderará uma injeção de capital combinada de 54 bilhões em seguradoras e bancos estatais. O petróleo, porém, opera em leve alta na sessão, após uma nova escalada entre os americanos e os iranianos. Teerã afirmou que anunciará uma zona restrita fora do Estreito de Ormuz nos próximos dias, depois que forças dos EUA atingiram três petroleiros iranianos e a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã disparou mísseis balísticos contra dois navios da Marinha dos EUA. Como resultado, o petróleo Brent operava acima da faixa de US$ 96 por barril. — Foto: Junko Kimura/Bloomberg