Clássico 'Revolução na América do Sul' e solo baseado na autobiografia do artista ocupam os palcos cariocas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 'Revolução na América do Sul' e 'Hamlet 16x8': peças adaptam obra de Augusto Boal — Foto: Josélia Frasão/Pio Figueiroa Criador do Teatro do Oprimido, o dramaturgo carioca Augusto Boal (1931-2009) tem dois textos nos palcos do Rio de Janeiro. Encenada pela primeira vez em 1960 no histórico Teatro de Arena (SP), “Revolução na América do Sul” (Teatro Poeirinha, Botafogo. Ter e qua, às 20h. R$ 80. 12 anos. Até 21 de outubro), que estreia terça (8) nova montagem, foi uma das primeiras do país a dar protagonismo à classe trabalhadora. Influenciado pelo teatro épico de Brecht, o texto acompanha o operário José da Silva que, em busca da solução para sua fome, mergulha num Brasil contraditório, permeado por caricaturas políticas e sociais. A direção é de Wellington Fagner. Cena de "Revolução na América do Sul", clássico de Augusto Boal — Foto: Josélia Frasão Além disso, a Mostra Ocupa Boal está de volta com o espetáculo “Hamlet 16x8” (Teatro Municipal Domingos Oliveira, Planetário. Sex e sáb, às 20h. Dom, às 19h. R$ 60. 14 anos. Até 27 de setembro), além de uma exposição sobre o artista. Estrelado por Rogério Bandeira, o solo adapta a autobiografia do dramaturgo, “Hamlet e o filho do padeiro: memórias imaginadas”. Texto e direção de Marco Antonio Rodrigues. Augusto Boal — Foto: Arquivo/Débora 70