Trio mineiro apresentou músicas de “Continental”, seu trabalho mais elaborado, em show marcado por rodas punk, riffs pesados e uma plateia entregue 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Black Pantera no Palco Sunset — Foto: Alexandre Cassiano Nome mais do que adequado para dar sequência à festa metal-hardcore do Sepultura no Palco Mundo, o Black Pantera tomou o Sunset em momento de consagração: banda que construiu seu nome na estrada, com seu peso e indignação, ela chegou para apresentar o seu novo e mais elaborado disco, "Continental". Apesar de ameaça de chuva, o público - com camisas de diversas bandas que tocariam no dia - compareceu em peso e demonstrou sua reverência por essa que é uma das mais queridas bandas do novo rock brasileiro. Black Pantera no Rock in Rio 2026 1 de 6 Black Pantera no Palco Sunset. — Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo 2 de 6 Black Pantera no Palco Sunset. — Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo X de 6 Publicidade 6 fotos 3 de 6 Black Pantera no Palco Sunset. — Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo 4 de 6 Black Pantera no Palco Sunset. — Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo X de 6 Publicidade 5 de 6 Black Pantera no Palco Sunset. — Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo 6 de 6 Black Pantera no Palco Sunset. — Foto: Fabiano Rocha X de 6 Publicidade Com tons vermelhos na iluminação e sirenes, o Black Pantera entrou no.palco e já foi tocando "Hórus", uma das músicas mais fortes do novo disco, dos versos "em nome do pai, do filho e do preto santo". O trio não aliviou na seguinte, "Padrão é o caralho" e nem em "Obsoleto", durante a qual as primeiras rodas punk se formaram entre a plateia. Com uma baqueta nas cordas do baixo, para simular um berimbau, Chaene da Gama fez então a introdução para a esperada "Fogo nos racistas". E aí a coisa pegou fogo mesmo nas rodas. Prika, vocalista do Nervosa, banda de death-trash metal feminino entrou em seguida no palco para somar ao Black Pantera em mais uma boa faixa de seu novo disco, "Serotonina". Foi o começo de um bem armado bate-bola das suas bandas, que teve o Nervosa, sozinho, arremessando pedras como "Ghost notes", "Slave machine" e "Endless ambition" (esta, com Charles da Gama reforçando o vocal) e as duas juntas em "Obrigado, não" (de Rita Lee) e um medley de "Revolução é o caos" e "Exija", do BP As rodas, incessantes, demonstraram a força da união de dois grandes nomes da música pesada brasileira que vai para além do estereótipo do metal como música de homens brancos abastados. Onde e quando assistir ao Rock in Rio 2026? O Rock in Rio conta com transmissão ao vivo nos dias 4, 5, 6, 11, 12 e 13 de setembro, a partir das 15h15, pelo Multishow, e a partir das 15h50, pelo Canal Bis. No feriado do dia 7, a transmissão começa às 14h45 no Multishow e às 16h20 no Canal Bis. O Globoplay oferecerá sinal aberto para acompanhar os cinco palcos do Rock in Rio todos os dias, a partir das 15h30. Assinantes do plano Premium da plataforma de streaming também terão acesso à transmissão do Multishow em 4K, por meio de um sinal extra. A TV Globo exibirá flashes durante a programação e um especial todas as noites — às sextas (4 e 11/9), após o Globo Repórter; aos sábados (5 e 12/9), após o Altas Horas; aos domingos (6 e 13/9), após o Boletim Estrelas da Casa, e na segunda (7/9), após o Jornal da Globo.
Crítica: Black Pantera incendeia o Palco Sunset do Rock in Rio com hardcore e música ‘Fogo nos racistas’
Trio mineiro apresentou músicas de “Continental”, seu trabalho mais elaborado, em show marcado por rodas punk, riffs pesados e uma plateia entregue










