O peso do heavy metal tomou conta do Rock in Rio 2026 neste sábado (5). O segundo dia de festival foi marcado pela despedida do Sepultura, que subiu ao palco em um dos momentos mais simbólicos da programação, e termina ao som do Avenged Sevenfold. A banda Malvada abriu o Palco Sunset, com uma mistura de heavy metal e hard rock e uma homenagem a Rita Lee. Veja abaixo as notas da redação do jornal O GLOBO para os shows do festival até agora e as críticas dos shows de hoje. Banda Malvada abre o palco Sunset com heavy metal, hard rock e homenagem a Rita Lee Enquanto a chuva e o Avenged Sevenfold não chegavam, o Palco Sunset começou a aplacar a sede do publico por som pesado com o show da banda feminina Malvada; Leia aqui a crítica completa. Sepultura se despede do Rock in Rio com o peso e a competência de sempre Banda Sepultura no Palco Mundo — Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo Se-pul-tu-ra! Se-pul-tu-ra! Os gritos dos fãs (um mar de camisas pretas disfarçado sob capas de chuva plásticas) começaram a tomar a frente do Palco Mundo após a exibição dos aviões que marca o início dos shows no principal espaço do Rock in Rio, na tarde chuvosa deste sábado; leia aqui a crítica completa. Black Pantera incendeia o Palco Sunset do Rock in Rio com hardcore e música ‘Fogo nos racistas’ Black Pantera no Palco Sunset — Foto: Alexandre Cassiano Nome mais do que adequado para dar sequência à festa metal-hardcore do Sepultura no Palco Mundo, o Black Pantera tomou o Sunset em momento de consagração: banda que construiu seu nome na estrada, com seu peso e indignação, ela chegou para apresentar o seu novo e mais elaborado disco, "Continental". Apesar de ameaça de chuva, o público - com camisas de diversas bandas que tocariam no dia - compareceu em peso e demonstrou sua reverência por essa que é uma das mais queridas bandas do novo rock brasileiro; leia aqui a crítica completa. Machine Gun Kelly faz da mistura de estilos sua marca no Rock in Rio MGK no Palco Mundo — Foto: Guito Moreto A chuva já tinha parado de cair na Cidade do Rock quando MGK – sigla para Machine Gun Kelly – começou pontualmente seu show no Rock in Rio, o segundo do Palco Mundo neste sábado (5). O garoto-problema de 36 anos de Cleveland, nascido Colson Baker, entrou num climão explosivo, cantando “Fix ur face”, do seu primeiro álbum “Lace up” (2012); leia aqui a crítica completa. Poppy impressiona no visual, mas não sustenta show musicalmente Cantora Poppy no Palco Sunset, no segundo dia de festival. — Foto: Guito Moreto O circo dos horrores de Poppy chegou discretamente ao Palco Sunset, na noite deste sábado, já sem chuva. À frente de uma banda mascarada, no melhor estilo Slipknot (uma cara influência), Moriah Rose Pereira (descendente da colônia portuguesa de Boston, nos EUA) surgiu plena, vestida nas cores da bandeira do Brasil, com um vestido curtíssimo e longas botas; leia aqui a crítica completa. Para onde vai esse tal de rock'n'roll? Bring Me The Horizon traz respostas Bring Me The Horizon no Palco Mundo. — Foto: Alexandre Cassiano Que estratégias deve adotar, que caminhos seguir a fim de ainda ser relevante para a juventude que o cultivou por décadas? Perguntas que rodaram a cabeça antes do começo do show da banda inglesa Bring Me The Horizon, quando o novo e gigantesco telão do Palco Mundo do Rock in Rio foi ocupado pelo trailer do game fake Post Humen NexGen - um show com violência e muito sangue-e-tripas; leia aqui a crítica completa. Durões, Bad Omens seguram público até o último grito Bad Omens no Palco Sunset, no segundo dia do Rock in Rio — Foto: Guito Moreto Bad Omens subiu no Palco Sunset com a tarefa de encerrar a programação do espaço neste segundo dia de Rock in Rio. O cartão de visitas da banda americana de metalcore liderada por Noah Sebastian foi “Specter”, mas foi “Glass Houses”, a segunda do set, que engrenou a marcha da plateia; leia aqui a crítica completa. Avenged Sevenfold faz mais uma vez a alegria dos jovens metaleiros Avenged Sevenfold no Palco Mundo — Foto: Marcelo Theobald No dia do metal sem os antigos medalhões do gênero, o Avenged Sevenfold é exatamente a ponte entre passado e futuro: com integrantes na faixa dos 40 anos, é de outra geração em relação a Metallica, Iron Maiden e Judas Priest, mas seu som tem esses monolitos como inspiração clara; leia aqui a crítica completa.