0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Registro de Ana Branco dos escombros de habitação em Paracatu de Baixo, distrito de Mariana, em Minas Gerais, pela enxurrada de rejeitos de minérios da Samarco em 2016 — Foto: Divulgação/Ana Branco O BNDES alcançou R$ 3,35 bilhões em recursos liberados do Fundo Rio Doce, voltado para reparação dos danos do rompimento da barragem de Mariana (MG), em 2015. Parte do dinheiro é voltado para agricultores e pescadores atingidos pelo desastre e prevê o pagamento mensal de 1,5 salário-mínimo durante três anos. No quarto e último ano, o valor cai para um salário-mínimo. Importante recordar que o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, afetou comunidades de municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo após os rejeitos da Samarco se espalharem pela Bacia do Rio Doce e chegarem à foz. A criação do Fundo Rio Doce foi prevista no novo acordo de reparação firmado no fim de 2024, que transferiu ao Poder Público a execução da maior parte das ações. Dos R$ 100 bilhões que a Samarco deverá desembolsar ao longo de 20 anos, R$ 49,1 bilhões serão destinados a medidas sob responsabilidade da União e deverão ser aportados no fundo, gerido pelo BNDES. Outra frente de reparação envolve as Assessorias Técnicas Independentes (ATIs), escolhidas pelas próprias comunidades atingidas para dar suporte durante o processo. Em junho, o Fundo Rio Doce liberou cerca de R$ 4 milhões para atender os territórios de Rio Doce, Santa Cruz do Escalvado e Chopotó (MG), além de aproximadamente R$ 2,9 milhões para o trabalho junto às comunidades tradicionais de faiscadores. - O Fundo Rio Doce mostra como a reparação vai muito além da recomposição financeira - considera Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.
BNDES libera R$ 3,35 bi do Fundo Rio Doce para reparação de danos da barragem de Mariana
BNDES libera R$ 3,35 bi do Fundo Rio Doce para reparação de danos da barragem de Mariana








