Brad Pitt, 62, astro de Hollywood, anunciou que, "depois de sete anos sem beber, seu período de sobriedade chegou ao fim". Mas garantiu que está precavido quanto à quantidade de álcool que voltou a tomar. "Uma taça de vinho, sim. Talvez algumas. Mas nada em excesso, para não passar dos limites", disse.
A vida pessoal de Pitt vive na imprensa, esta nem sempre bem informada. Há anos, sua decisão de parar de beber coincidiu com a separação de Angelina Jolie, com quem tem seis filhos. Pelo que se leu então, teve-se a impressão de que era Angelina quem o levava a beber, já que, ao se separar dela, parou. Mas, e se tiver sido o contrário? E se o casamento acabou porque Angelina não aguentava mais o alcoolismo de Brad? Afinal, foi a atriz quem pediu o divórcio, acusando-o de destratar tanto ela quanto os filhos.
A notícia sobre a volta de Pitt às lides etílicas chegou junto com uma formidável descoberta científica por dois neurobiólogos da Universidade de Massachusetts: a de que, segundo um estudo feito com camundongos, a abstinência alcoólica tende a "elevar o risco de posterior consumo compulsivo". Segundo o estudo, "as alterações cerebrais por que passaram os camundongos na abstinência podem ter aumentado o risco de uma recaída". Significa que, se você conseguiu parar de beber, deve voltar a beber imediatamente. Quanto mais tempo abstinente, mais beberá se voltar a beber. Não ria.






