A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), candidata à reeleição, afirmou nesta quinta-feira (3) que tem sofrido ataques abomináveis e cruéis e que é vítima de violência na política desde a transição após ser eleita em 2022. Ela também se recusou a dizer em quem votará para a Presidência da República.
As declarações foram dadas durante sabatina realizada por Folha e UOL, conduzida pelos jornalistas Fabíola Cidral e Thais Bilenky, do UOL, e João Pedro Pitombo, da Folha.
Questionada sobre a crise no STF (Supremo Tribunal Federal) relacionada ao caso do Banco Master, ela afirmou ver com preocupação o que tem acontecido no país, mas não disse se defende o impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
"Esse assunto não compete a mim. Preciso ter muito foco naquilo que é minha competência, minha responsabilidade", disse.
"O que precisa ser apurado é se há qualquer tipo de responsabilidade a ser apurada, que quem tiver de responder civil, criminalmente, possa fazê-lo também. Ninguém é maior do que a lei, mas eu não estou falando aqui diretamente para o ministro, estou falando para o Brasil de maneira geral", disse.









