Tribunal ainda precisa analisar outras sete chapas. Ao todo, 13 pedidos foram apresentados para as eleições deste ano 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o candidato do PL à presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ) — Foto: Brenno Carvalho/O Globo O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quarta-feira os registros de seis candidatos à presidência da República nas eleições de 2026, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). As decisões foram tomadas por unanimidade em sessão virtual extraordinária do tribunal. Também tiveram os registros validados Samara Martins (UP), Hertz Dias (PSTU) e Edmilson Costa (PCB). Com as decisões, o TSE autorizou as seis chapas a disputar oficialmente as eleições de outubro. Os pedidos foram relatados pelo ministro André Mendonça e pela ministra Estela Aranha. Foram aprovadas as chapas formadas por Lula e Geraldo Alckmin (PSB); Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL); Samara Martins e Raquel Brício (UP); Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo); Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU); e Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB). Segundo o TSE, em todos os casos os ministros concluíram que os pedidos foram apresentados regularmente, com a documentação necessária e o cumprimento dos requisitos previstos na Constituição e na Lei de Inelegibilidade. O tribunal ainda precisa analisar sete pedidos de registro à Presidência: Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante); Renan Santos e Coronel Medina (Missão); Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata); Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO); Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD); Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC); e Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB). Ao todo, foram apresentados 13 pedidos de candidatura à Presidência neste ano, um a mais do que nas eleições de 2022. Cabe ao próprio TSE analisar os registros dos candidatos a presidente e vice-presidente. Os pedidos para os demais cargos são julgados pelos tribunais regionais eleitorais. Caso Wilson Grassi Nesta quarta, o ministro Dias Toffoli liberou a propaganda eleitoral, o recebimento e o uso de recursos do fundo eleitoral e a participação em debates do veterinário Wilson Grassi, candidato à presidência pelo Democrata. As atividades haviam sido suspensas após Toffoli identificar que perfis utilizados pela campanha nas redes sociais não foram informados tempestivamente à Justiça Eleitoral. O registro da candidatura de Grassi, porém, ainda não foi julgado pelo TSE. O ministro manteve os perfis fora dos sistemas de recomendação das plataformas e encaminhou o caso à Procuradoria-Geral Eleitoral para avaliar eventuais infrações eleitorais ou criminais.
TSE aprova registros de Lula, Flávio Bolsonaro, Zema e mais três candidatos à presidência
Tribunal ainda precisa analisar outras sete chapas. Ao todo, 13 pedidos foram apresentados para as eleições deste ano










