Brendan Fraser está animado com seu novo longa, "Pressão", que chega esta quinta-feira, dia 3, ao Brasil. É que o ator divulga o filme sobre a Segunda Guerra como se fosse o Tio Sam, recrutando espectadores para irem aos cinemas.
Ele descreve a tensão que o exército americano sentiu antes do Dia D, quando soldados desembarcaram na França, à época tomada por nazistas. A produção vê as vésperas do episódio a partir de James Stagg, meteorologista escocês vivido por Andrew Scott, que ordenou adiar o ataque pelas condições climáticas.
À Folha, Fraser reproduz a eloquência de seu personagem, o militar e presidente Dwight D. Eisenhower, ao falar sobre os atritos entre o homem e a natureza. De algum jeito, tenta convencer o repórter da grandiosidade da obra que estrela.
"A pressão não era só barométrica [peso que o ar exerce sobre o solo]", brinca. Fraser. Projetado pela saga "A Múmia", ele tem repensado sua antiga imagem de galã. Agora, embarca em papéis mais dramáticos, distantes da masculinidade idealizada. "Não sabia que o Dia D havia sido adiado e que o elemento surpresa quase se perdeu. Homens como Eisenhower se importam demais com seus soldados, e havia muito em jogo."
O mais conhecido desses personagens recentes rendeu-lhe um Oscar de melhor ator. Em "A Baleia", o artista vive um professor que enfrenta a obesidade e tenta reaver a família que o deixou. Fraser mostrou outra face no título de Darren Aronofsky.







