A ação diz que a Anthropic pirateou centenas de letras de músicas e partituras dos Beatles, Taylor Swift, Michael Jackson e centenas de outros artistas para treinar o modelo Claude 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 As divisões editoriais musicais da Sony Music e da Warner Music entraram com uma ação contra a Anthropic no tribunal federal da Califórnia, nos Estados Unidos, pelo suposto uso indevido de suas composições musicais protegidas por direitos autorais para treinar seu modelo de inteligência artificial Claude. A Sony e a Warner afirmaram na ação, movida na sexta-feira, que a Anthropic pirateou centenas de letras de músicas e partituras dos Beatles, Taylor Swift, Michael Jackson e centenas de outros artistas para treinar o Claude a responder a solicitações humanas. A ação judicial é a mais recente de uma onda de processos movidos contra empresas de tecnologia por detentores de direitos autorais — incluindo autores, editoras, gravadoras e veículos de comunicação — em relação ao uso de suas obras para treinar sistemas de IA. A Universal Music Group processou a Anthropic em 2023 pelo suposto uso de letras de músicas protegidas por direitos autorais no treinamento de IA, em um processo que ainda está em andamento. A Anthropic se tornou a primeira empresa de IA a chegar a um acordo em uma dessas disputas no ano passado, quando pagou US$ 1,5 bilhão para resolver uma ação coletiva movida por um grupo de autores. “A Anthropic claramente considera isso apenas o custo de se fazer negócios, já que todo o seu modelo de negócios continua sendo construído com base na violação de direitos autorais”, afirmaram a Sony e a Warner em sua ação. “E US$ 1,5 bilhão obviamente não é um valor de acordo alto o suficiente para dissuadir a conduta infratora de uma empresa que transformou essa violação em massa em uma avaliação astronômica de US$ 2 trilhões.” Porta-vozes da Anthropic, da Sony Music e da Warner Music não responderam imediatamente aos pedidos de comentário nesta segunda-feira (31). A denúncia alega que a Anthropic obteve ilegalmente as letras e partituras das editoras por meio de downloads de torrent para treinar o Claude, e que o Claude é capaz de reproduzir letras protegidas por direitos autorais “literalmente” quando solicitado. A Sony e a Warner também afirmaram que a Anthropic usou suas letras para ensinar o Claude a “gerar vastas quantidades de letras de músicas supostamente ‘novas’, geradas por IA, que competem com as obras legítimas protegidas por direitos autorais das editoras musicais como substitutos prejudiciais no mercado”. As gravadoras buscam indenização de até US$ 150.000 por cada direito autoral violado e uma ordem judicial proibindo a Anthropic de usar suas obras. — Foto: Bloomberg
Sony e Warner Music processam Anthropic por uso de músicas no treinamento de IA
A ação diz que a Anthropic pirateou centenas de letras de músicas e partituras dos Beatles, Taylor Swift, Michael Jackson e centenas de outros artistas para treinar o modelo Claude










