Alexandre Padilha esteve com governador em exercício, Ricardo Couto, o cardiologista Roberto Kalil e a coordenadora do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente, Ludhmila Hajjar 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Os médicos, Damião, Padilha, Kalil e a médica Ludhmila, com o Governador, Ricardo Couto — Foto: Divulgação Em um jantar de encerramento do congresso científico promovido pelo Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou, diante da nata da medicina do eixo Rio-São Paulo — entre eles o cardiologista Roberto Kalil e a coordenadora do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente, Ludhmila Hajjar —, a escolha do médico urologista Ronaldo Damião para comandar a Secretaria de Saúde do Rio. A ampliação do próprio HUPE está entre os projetos que podem receber financiamento do BNDES. Padilha afirmou que o Rio de Janeiro é a imagem pública do Brasil e que as medidas estruturantes promovidas pelo governador em exercício, Ricardo Couto, com Damião à frente da Saúde, representam a recuperação da credibilidade do estado como expressão nacional. O ministro também disse que, embora a medicina paulistana tenha grande projeção, o Rio é o berço da medicina brasileira e que o Governo Federal dará todo o apoio para que o estado fortaleça sua posição de excelência na rede pública de saúde do país. A possibilidade de ampliar as parcerias com o governo federal pode ganhar um exemplo concreto na renegociação da dívida do estado com o BNDES. O banco avalia pedidos de financiamento para projetos como a expansão do Hospital Universitário Pedro Ernesto e a ampliação do transporte metroviário na Região Metropolitana.