O acordo de petróleo com a Venezuela anunciado na última sexta-feira (28) por Donald Trump é uma das medidas mais polêmicas que o presidente dos Estados Unidos tomou em relação ao país sul-americano.
E isso não é pouca coisa, considerando que, nos últimos 12 meses, o republicano estabeleceu um bloqueio marítimo contra a Venezuela, realizou uma operação militar para deter o então presidente Nicolás Maduro e, finalmente, em vez de promover uma transição democrática, acabou reconhecendo sua então vice-presidente, Delcy Rodríguez, como governante interina do país.
Nesta sexta-feira (28), Trump informou, por meio de uma mensagem na rede social Truth Social, que havia fechado "o maior acordo de petróleo da história", por meio do qual os EUA teriam obtido "o controle majoritário" sobre mais de 65 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo venezuelano "sem nenhum custo para o contribuinte americano".
Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela - BBC via/Reuters
A informação foi confirmada pouco depois por Rodríguez, que afirmou que o acordo trará investimentos de mais de US$ 100 bilhões (R$ 518 bilhões), além de uma receita tributária para o Estado venezuelano de cerca de US$ 209 bilhões (R$ 1,08 trilhão).










