Bairros da região recebem shows, espetáculos e atividades com opções gratuitas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Elenco do espetáculo “Voo 372”, que será apresentado sábado (29) no Teatro Armando Gonzaga — Foto: Divulgação/Múltipla Fotografia Da roda de samba ao universo de Clarice Lispector, passando pela ciência e pelos sons da Amazônia, a Zona Norte terá uma programação cultural variada na virada de agosto para setembro. Irajá, Marechal Hermes, Cachambi, São Cristóvão e Tijuca recebem shows, espetáculos e atividades para diferentes públicos, com opções gratuitas e ingressos a preços populares. Samba e pagode A agenda começa neste sábado (29), com o Irajá Samba, no Terraço G6 do Via Brasil Shopping. O evento gratuito segue até domingo, reunindo DJ, gastronomia e apresentações de grupos como Batuk Diferente, Sambandinho, Grupo Nascente, Diz no Pé e Samba do Rico. Sábado os portões abrem às 15h, e domingo a programação começa às 16h. No domingo (30), o NorteShopping recebe mais uma edição do projeto “Todo mundo Samba”, desta vez com o cantor Yan, um dos nomes da nova geração do pagode. O evento começa às 14h, no estacionamento G1 Suburbana, e terá ainda shows de abertura dos grupos Quintal da Magia e Samba da Base. No repertório de Yan estão músicas como “Ruínas”, gravada com o Sorriso Maroto, “Não Volta Pra Mim”, parceria com Ferrugem, além de sucessos autorais como “Textão” e “Pingo de Gente”. Os ingressos estão à venda pela Ingresse a partir de R$ 100 (inteira). Teatro No sábado, o Teatro Armando Gonzaga, em Marechal Hermes, será palco de uma única apresentação de “Voo 372”, às 20h. Dirigida por Eliano Lettieri, a peça acompanha passageiros de um voo internacional que, após uma situação inesperada, são obrigados a permanecer dentro da aeronave e encarar segredos, relações de poder e a ameaça da exposição pública. Os ingressos custam R$ 30 (inteira), e estão disponíveis na Eleven Tickets. — É uma história sobre quedas morais, sociais e humanas. Buscamos lembrar ao público que nenhuma narrativa artificialmente construída é forte o suficiente para sobreviver eternamente diante do peso da verdade — define Lettieri. No Teatro Ziembinski, na Tijuca, “O ovo e a galinha”, adaptação para os palcos do conto de Clarice Lispector publicado em 1964, estreia na sexta-feira (4). Encenado por Ana Hartmann, que divide a direção com Joana Medeiros, o espetáculo mantém o texto de Clarice na íntegra e parte também da leitura feita pela escritora durante um simpósio realizado em Bogotá, em 1975. — Acho que quem chega ao fim de “O ovo e a galinha” não consegue escapar do seu magnetismo. Já quem nunca o leu pode esperar ser provocado e reencontrar o deslumbramento diante da vida e do teatro e suas possibilidades infinitas — afirma Ana. Os ingressos custam R$ 70 (inteira) e estão disponíveis na Sympla. Meio ambiente No domingo (30), a Quinta da Boa Vista recebe, das 10h às 16h, o Festival Museu Nacional Vive 2026. Entre as atividades gratuitas está “Mergulhando no coral vivo”, que apresenta ao público o universo dos recifes brasileiros por meio de uma coleção didático-científica e de uma experiência com óculos de realidade virtual 360°. Com o equipamento, será possível simular mergulhos no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos e no Parque Natural Municipal Marinho do Recife de Fora, na Bahia. Criança durante simulação de mergulho com óculos de realidade virtual, realizada pelo projeto Coral Vivo: atração no Museu Nacional — Foto: Divulgação/Iamê de Sá Sons da Amazônia A música paraense ganha espaço na terça-feira (1º), no Sesc Tijuca. O projeto Guitarras do Norte reúne o Conjunto Noites do Norte, Félix Robatto e Thaina Corrêa em um show que mistura guitarrada, carimbó, choro e influências caribenhas. A apresentação contará ainda com dançarinos, inclusive em pernas de pau, incorporando elementos das manifestações culturais amazônicas. Mig Martins, do Conjunto Noites do Norte, e Renata Beckmann, do grupo GDM, durante show no Sesc Madureira — Foto: Divulgação/Thayla Fernandes — Como paraenses radicados no Rio de Janeiro, é uma alegria e uma conquista imensa ocupar um espaço de tanta relevância como o Sesc Tijuca com a força da música popular paraense — diz Tha Redig, integrante da equipe de produção. O espetáculo começa às 19h. Os ingressos custam R$ 15 (inteira) e podem ser adquiridos na bilheteria do Sesc.