Há dois anos, quando se tornou um quarentão, o Rock in Rio traçou estratégias para driblar a perda recente da capacidade de atrair ao festival a elite da música pop mundial. Entre elas estavam um "dia Brasil", só com atrações nacionais —incluindo o sertanejo—, outro apenas com shows comandados por mulheres e uma data dedicada ao trap.
Agora, nesta edição, o Rock in Rio pegou tanto as ideias que funcionaram, oxigenando o evento, quanto as que não deram tão certo e as jogou no lixo. Começando na próxima sexta-feira e com datas até 13 de setembro, o festival volta ao Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, com outros planos.
Em sua 11ª edição, o evento se equilibra entre o rock e o pop, gêneros que correspondem a cinco —Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Twenty One Pilots, Elton John e Maroon 5— dos sete headliners. As outras duas datas têm eletrônica, com Calvin Harris, e o "dia do k-pop", com o Stray Kids. Sem trap, mulheres e brasileiros no topo da escalação.
Entre os roqueiros, o Foo Fighters é o mais tarimbado. A banda, que já fez mais de 15 shows no Brasil, incluindo nas edições de 2001 e 2019 do Rock in Rio, volta ao país três anos depois de tocar no The Town —o irmão paulistano do megaevento carioca. E já tem data para voltar —no ano que vem, com shows em estádios de São Paulo e Belo Horizonte.













