Melman nasceu medindo já dois metros de altura. Com um ano de idade, esse simpático filhote de girafa —que ganhou o mesmo nome do personagem pescoçudo da animação "Madagascar"— devora arbustos aos montes. Basta seu tratador chegar perto dele com alguns ramos de uma planta chamada malvavisco que o bicho já se assanha e, com sua língua poderosa, vai arrancando as folhas e mandando ver na comida.
O animal é só um dos cerca de 2.300 que habitam o Zoológico de São Paulo.
Ele convive com tipos como o casal Adão e Eva, dois rinocerontes-brancos que amam ser acariciados com um escovão na perna. E com Colônia, uma fêmea de hipopótamo em busca de um novo amor. Todo mundo torce para que ela se engrace com Ramon, um macho mais novo que veio de São Vicente, no litoral paulista.
Para dar conta de tanto bicho —afinal, estamos falando do maior zoo da América Latina—, é necessário ter uma equipe enorme de tratadores, veterinários, biólogos, zootecnistas e outros profissionais.
Tudo precisa ser bastante organizado para que os animais se alimentem, tenham saúde e não ocorram acidentes.








