Com maior concessão de empréstimos e financiamentos, a Caixa Econômica Federal teve um lucro líquido recorrente de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre deste ano, 5,9% a mais que no mesmo período do ano anterior, informou a estatal nesta quarta-feira (26).
Principal medida de rentabilidade dos bancos, o ROE (retorno sobre o patrimônio líquido, na tradução do inglês) ficou em 9,16%, queda de 2,70 pontos percentuais em relação a junho de 2025.
A rentabilidade foi afetada por um salto anual de 97,6% nas provisões contra calotes, que alcançaram R$ 7 bilhões. Segundo o banco, contribuiu para esse aumento a mudança na regra do Banco Central que exige que bancos provisionem recursos para perdas que esperam ter e não apenas para as que já tiveram.
A margem financeira do banco somou R$ 19,7 bilhões, alta de 20,2% em relação ao segundo trimestre de 2025.
A carteira de crédito total da estatal chegou a R$ 1,4 trilhão, crescimento de 11,9% em 12 meses. O aumento em empréstimos a pessoas jurídicas foi de 6,5% no ano, para R$ 113,9 bilhões. Já o crédito comercial a pessoas físicas aumentou 8,7%, para um total de R$ 156,5 bilhões.









