Casos foram confirmados em Frankfurt, e pacientes teriam sido picados por mosquito a bordo de aeronave 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mosquito transmissor da malária. — Foto: CDC Seis funcionários do aeroporto de Frankfurt contraíram malária e dois deles morreram, supostamente após um mosquito infectado a bordo de um avião chegar à Alemanha, informou o serviço de saúde pública da cidade nesta quarta-feira (26). Anteriormente, um porta-voz do aeroporto havia confirmado a morte de uma pessoa e expressado as suas "mais profundas condolências" à família da vítima. Segundo o Instituto Robert Koch (RKI), a agência sanitária alemã, os seis funcionários teriam sido picados por um mosquito Anopheles transportado em um avião. As outras quatro pessoas afetadas recebem atendimento hospitalar, informou o porta-voz do aeroporto. Foram montadas armadilhas para mosquitos no terminal aéreo e os espécimes capturados estão sendo enviados ao Instituto de Medicina Tropical da Antuérpia (Bélgica), onde as análises genéticas permitirão determinar sua origem. O último episódio da chamada "malária de aeroporto" registrado na Alemanha ocorreu em 2023, segundo o RKI. A raridade desta doença no país pode atrasar o diagnóstico e aumentar o risco de complicações graves. Transmitida pelos mosquitos Anopheles, a malária provoca, entre outros sintomas, dores de cabeça, náuseas, episódios de febre e calafrios. Todos os anos, causa centenas de milhares de mortes, principalmente na África Subsaariana. A doença tem tratamento e os pacientes que recebem atendimento precoce costumam se recuperar completamente. Ebola se torna emergência de saúde internacional; Veja fotos 1 de 11 O centro de tratamento de Ebola, em Goma, estava abandonado desde o fim do surto de 2019. Trabalhadores restauram o espaço — Foto: Jospin Mwisha / AFP 2 de 11 Uma funcionária verifica a temperatura de uma antes de permitir seu acesso ao hospital em Goma — Foto: Jospin Mwisha / AFP X de 11 Publicidade 11 fotos 3 de 11 Um profissional de saúde monitora os visitantes que chegam ao Laboratório Rodolphe Mérieux, do Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica, em Goma — Foto: Jospin Mwisha / AFP 4 de 11 Cartaz com os números de contato de emergência para o Ebola fixado em uma tenda na passagem de fronteira de Busunga — Foto: Badru Katumba / AFP X de 11 Publicidade 5 de 11 Um soldado no antigo centro de tratamento de Ebola, em Goma, que estava abandonado desde o fim do surto em 2019 — Foto: Jospin Mwisha / AFP 6 de 11 Um agente sanitário higieniza as mãos de um motociclista pela fronteira entre Uganda e a República Democrática do Congo — Foto: Badru Katumba / AFP X de 11 Publicidade 7 de 11 Um visitante tem sua temperatura verificada antes de entrar no Hospital Kyeshero — Foto: Jospin Mwisha / AFP 8 de 11 Homem se prepara para entrar no Hospital Kyeshero, em um posto de controle para lavagem das mãos e aferição de temperatura para todos os visitantes — Foto: Jospin Mwisha / AFP X de 11 Publicidade 9 de 11 Um profissional de saúde monitora os visitantes que chegam ao Laboratório Rodolphe Mérieux, do Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica, em Goma — Foto: Jospin Mwisha / AFP 10 de 11 Um agente de saúde fronteiriço na passagem entre Uganda e a República Democrática do Congo, verifica a temperatura de um viajante — Foto: Badru KATUMBA / AFP X de 11 Publicidade 11 de 11 Um visitante tem sua temperatura verificada antes de entrar no Hospital Kyeshero — Foto: John WESSELS / AFP Surto da doença na África leva OMS a acionar nível máximo de emergência sanitária internacional