26/08/2026 13h48 Atualizado há 7 minutos
E se fosse preciso descer alguns degraus para encontrar uma das programações mais singulares do Rio? No Manouche, palco intimista localizado no subsolo um dos hotspots mais queridos do Rio, a Casa Camolese, no Jockey, diferentes formas de fazer arte encontram espaço em uma programação plural.
Seus oito anos de existência têm como fio condutor a convicção no poder de encantamento da arte em transformar a sociedade naquela em que queremos viver. Música, filosofia, poesia, teatro, cinema e projetos de entrevistas convivem nesse mesmo endereço, criando encontros que podem tomar rumos diferentes a cada noite. Uma ideia que encontra eco nas palavras do escritor Eduardo Galeano: “este mundo infame está grávido de outro, muito melhor”.
Além de receber grandes artistas da música brasileira como Maria Bethânia, Adriana Calcanhotto, Moraes Moreira, Ney Matogrosso e Jards Macalé, e nomes internacionais como Stanley Jordan, Lianne La Havas e Moses Sumney, o palco mantém uma agenda diversa em que cabem MPB, jazz, música instrumental, indie, samba, forró, latinidades e o que mais a imaginação permitir. Uma de suas principais bandeiras é ser casa de novos artistas e da cena independente brasileira.






