Você já parou pra pensar no risco de manter uma esteira onde qualquer merge na branch principal vai direto pra produção sem nenhum gate de segurança?
Por muito tempo, o nosso fluxo aqui era aquele clássico script que quase todo mundo já usou na vida: merge na main disparando SSH com git pull e pm2 restart
Funcionava no dia a dia, mas era aquela falsa sensação de estabilidade kkkk
A ficha caiu de verdade quando encontrei um ponto cego crítico na automação: os scripts remotos rodavam sem tratamento estrito de erro. Ou seja, se um git pull gerasse conflito ou uma migração de banco falhasse no meio do processo, o script ignorava o erro, executava até o final e o GitHub Actions marcava o pipeline como sucesso
O pior cenário para quem monitora: a esteira reportava que tudo tinha corrido bem, enquanto a aplicação em produção já estava fora do ar






