Pelo menos um em cada quatro ex-jogadores da NFL que morreram entre 2016 e 2021 apresentava encefalopatia traumática crônica (CTE), de acordo com um estudo divulgado nesta terça-feira (25).

Dos 878 ex-jogadores que morreram nesse período, 235 doaram seus cérebros, disseram os pesquisadores, e 215 desses cérebros doados apresentaram CTE, uma doença degenerativa que só pode ser diagnosticada definitivamente após a morte.

Duelo entre Tennessee Titans e Seattle Seahawks em Nashville, no Tennessee - Johnnie Izquierdo - 23.ago.26/Getty Images via AFP

"A NFL se esforça continuamente para tornar o futebol americano mais seguro, inclusive implementando estratégias para reduzir concussões e impactos na cabeça", disse a liga de futebol americano em comunicado.

"A NFL permanece comprometida em garantir que a comunidade da NFL tenha acesso a um conjunto robusto —e crescente— de recursos para melhorar seu bem-estar físico e mental."