Vídeo exibido pela rede estatal Irib listou localizações que o caçula de Trump costuma circular, com a mensagem: 'Onde matar Barron Trump?!'; porta-voz ouvido pela CNN cita investigação sobre ameaça 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Barron Trump, filho do presidente dos EUA, Donald Trump, acena durante posse do pai, em janeiro de 2025 — Foto: Kent Nishimura/Bloomberg O Serviço Secreto dos Estados Unidos apontou que mídia estatal do Irã veiculou um vídeo com o que foi classificado como ameaças à vida de Barron Trump, filho mais novo do presidente Donald Trump, afirmou um porta-voz da agência americana ouvido pela rede CNN. Em meio às ameaças do regime teocrático à família do líder republicano, esta foi a primeira vez que o caçula da família Trump foi alvo das ameaças. O vídeo em questão foi transmitido no fim de semana pela rede de TV estatal Irib, a qual sofre figuras da linha-dura iraniana exerce influência sobre. A peça audiovisual começa com um gráfico em inglês que diz: "Onde matar Barron Trump?!", apresentando locais em que o filho mais novo do presidente americano já foi visto publicamente, incluindo a Trump Tower, em Nova York. "O Serviço Secreto dos EUA está a par do vídeo e investiga tudo o que possa ser percebido como uma ameaça contra os nossos protegidos", afirmou o porta-voz da agência Nate Herring à rede americana. "Por questões de segurança operacional, não discutimos assuntos relacionados à inteligência de proteção". Outros familiares de Trump, e o próprio presidente, foram alvo de ameaças do regime iraniano, sobretudo após o início da guerra em fevereiro deste ano, e do assassinato do líder supremo Ali Khamenei. Não está claro até que ponto Teerã já atentou contra a vida do republicano ou está de fato elaborando planos para fazê-lo. Recentemente, as autoridades americanas realizaram uma grande operação de distração para retirar o republicano da Turquia, após ameaças iranianas serem consideradas iminentes durante um encontro da Otan. Trump chegou a embarcar no Air Force One, mas foi evacuado em um contêiner de serviço de bordo, seguindo para o Reino Unido em um avião militar. Repórteres e outros integrantes da comitiva seguiram na primeira aeronave, sem serem avisados de que estavam sendo usados em uma operação de dissimulação — e, potencialmente, como iscas.